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Saiba como combater o cansaço e estudar com mais energia

Preguiça, fadiga, cansaço. Seja qual for o nome que se dê, o fato é que ficar cansado ao longo dos estudos é algo mais do que normal. Vivemos em um mundo moderno, em que uma grande parcela da população trabalha em frente a um computador, e em que cada vez mais se exige pensamento rápido, criatividade e empreendedorismo; é muito fácil deixar o cérebro “cansado”. Há também quem precise andar para lá e para cá o dia inteiro, trabalhar, ir à academia, fazer compras no mercado; o corpo fica esgotado e precisa de um descanso. O cérebro também. Culpa do excesso de afazeres e atividades, que demandam uma química necessária para manter o corpo e a mente ativados, e se “esgotam” em algum momento do dia.

Essa química é composta por hormônios e neurotransmissores, como cortisol (um dos grandes responsáveis pela preparação do organismo para os enfrentamentos dos desafios do dia a dia e das situações de perigo) e a noradrenalina (neurotransmissor responsável pela sensação de motivação e também da atenção). Vários estudos mostram queda nessas substâncias durante esses períodos de estafa, e as consequências mais imediatas são falta de atenção, dificuldade de memória, perda de concentração, pensamento mais lento, desânimo, alterações no sono e, é claro, cansaço – excessivo e crônico. Uma situação bem desfavorável para a vida dos concurseiros, especialmente para aqueles que se preparam para os concursos previstos para 2015..

O pulo do gato está em desenvolver o que pode se chamar de uma boa “higiene de estudo”. Em outras palavras, cultivar bons hábitos para ser capaz de estudar nas condições de um dia a dia atribulado. Criador do site “Aprendizado Acelerado”, que ajuda pessoas a alcançarem seus objetivos através de um método de estudos, o consultor de Marketing Paulo Ribeiro garante que o hábito de, por exemplo, se desconectar das redes sociais antes de começar a estudar, de preparar o local de estudo com antecedência e já deixá-lo arrumado ao sair de casa, entre outros pequenos detalhes, pode ser de grande valia na hora de se dedicar aos estudos. Tanto que, inclusive, desenvolveu técnicas para isso, por experiência própria e com base em princípios científicos, aplicadas pelo autor para o aprendizado de inglês, marketing, negócios, escrita, programação e até mesmo dança de salão.

“O método pode ser usado por qualquer pessoa. A habilidade de estudar mesmo cansado se baseia no Ajuste Atividade-Energia, o A2E. Em poucas palavras, a aplicação desse método reconhece que, por um lado, temos diferentes níveis de energia disponíveis para estudar ao longo do dia. Por outro, as várias atividades possuem demandas energéticas distintas”, explicou. Pelo Ajuste Atividade-Energia, as atividades que demandam mais energia devem ser agendadas para os momentos do dia em que possuímos mais energia disponível. “Trata-se, portanto, de escolher as melhores atividades para fazer em cada horário.”

De acordo com Paulo Ribeiro, o método é baseado em conceitos já estabelecidos no meio da psicologia e da neurociência, como a ideia da capacidade de autorregulação e o efeito da intenção de implementação. O especialista garante que o A2E já mostrou resultados, na prática, para várias pessoas da comunidade do “Aprendizado Acelerado”. A palavra-chave é disciplina. “É tudo uma questão de equilíbrio. Quem quer atingir um objetivo de aprendizado, seja melhorar o rendimento da faculdade, passar no concurso dos sonhos ou aprender uma outra língua, precisa dedicar tempo para o projeto. Finais de semana e feriados são bons momentos em que dispomos de energia extra para dedicar aos estudos. Mas não é preciso ficar em casa, trancado, todos os dias”, frisou.

Paulo explica que é possível perseguir objetivos claros, como estudar três ou quatro blocos de 1h30, antes de considerar o dia “bem sucedido” e poder se divertir com amigos e namoradas. “Não adianta passar 24 horas na frente dos livros se você não está estudando de verdade: foque em estar concentrado nos períodos definidos de estudo e em relaxar depois”, disse o especialista, reiterando que, às vezes, pode ser difícil distinguir o cansaço natural das atividades normais do dia a dia daquele cansaço crônico, que precisa ser tratado com acompanhamento médico por se tratar de desequilíbrio químico do organismo. Uma dica do consultor é observar o quão saudável está seu cotidiano: “Se você vai ao médico com regularidade, faz exercícios físicos, se alimenta bem e tem dormido o suficiente, é provável que o cansaço seja natural. Caso algum desses fatores esteja faltando, o ideal é buscar ajuda especializada para alinhar o que for preciso para trazer sua saúde de volta aos trilhos. Não é possível ser produtivo se você não estiver saudável”.

Cinco fatores que previnem o cansaço mental

Caso seus exames clínicos estejam “ok”, não custa dar uma mãozinha para manter o astral e ficar longe de problemas que possam ser originados pelo cansaço mental. Listamos, a seguir, cinco aspectos básicos para ajudar a combater o problema e, dessa forma, manter o seu nível de rendimento nos estudos.

Alimente-se bem
Uma alimentação adequada é uma grande aliada na prevenção da fadiga mental. Manter os níveis do complexo B e o magnésio são fundamentais. As vitaminas B1, B2 e B3 estão relacionadas de maneira mais direta na transformação da glicose dos alimentos para energia que faz as células funcionarem. E o magnésio tem ações importantes nas células musculares e também participa dos impulsos nervosos do cérebro. Aveia, arroz integral, ovos, banana, abacate, ervilhas, brócolis, vegetais verde-escuro e feijão são algumas boas fontes.

Faça exercícios… físicos
Praticar esportes ou realizar qualquer tipo de atividade física ajuda a manter o cérebro ativo e alerta por muito mais tempo, o que evita a fadiga mental. Portanto, a recomendação de exercícios diários por pelo menos meia hora vale para os concurseiros: caminhadas ao ar livre ajudam a relaxar e eliminar o stress.

Durma o suficiente
É preciso dormir pelo menos sete a oito horas por dia para ter um descanso adequado e evitar fadiga e cansaço físico e mental. É enquanto dormimos que o corpo repõe as energias para começar o dia com grande vitalidade.

Espaireça

Estimule a mente com palavras cruzadas e caça-palavras. Para quem não gosta, ler um bom livro é a dica para manter o cérebro ativo enquanto relaxa.

Ambiente adequado 
Tente manter o ambiente confortável e tranquilo, mas também evite ficar horas a fio debruçado sobre os livros de estudo. Realizar pequenas pausas, “esticar as pernas” e caminhar pela casa ajuda a relaxar o cérebro.

Por – Débora Thomé – Folha Dirigida

 


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