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Concurso

Qual concurso escolher?


As pessoas querem passar em concursos públicos, mas muitos têm dúvidas, medos e indecisões para conseguir focar do melhor jeito. Existem muitas dúvidas a respeito de provas, planejamento de estudos, de técnicas de aprendizagem, enfim, assunto é o que não falta quando o tema é passar em concursos.

Os motivos para fazer concurso público são muitos, a começar com a mudança de vida, na maioria dos cargos não precisa ter experiência, tem uma remuneração justa, estabilidade de trabalho e financeira,  benefícios, status, jornada de trabalho previsível, ascensão profissional e aposentadoria integral.

Um grande erro da maioria dos concurseiros é a falta de foco, pois quer fazer todos os concursos que vão surgindo. Atirar para todos os lados nem sempre é uma boa ideia. Isso vai tornar os estudos mais árduos e a aumenta a chance de se decepcionar com a reprovação.

Com frequência, aspirantes a um cargo público acabam pensando apenas na remuneração, como se isso fosse o mais importante. Fazer uma escolha consciente e ponderar para tomar a difícil decisão sobre em qual concurso se inscrever vai aumentar bastante as chances de atingir seu objetivo.

Ter em vista um cargo compatível como o seu perfil vai criar maior motivação para superar um dia a dia mergulhado nos livros, além de evitar frustrações depois que você for nomeado.

I – AFINIDADE COM A ÁREA

Os concursos são agrupados por áreas de órgãos e entidades que executam atividades parecidas e que possuem alguma correlação. A escolha de uma área e de um cargo com o qual se identifique é um ponto que merece destaque.

Vamos ver alguns exemplos:

1. Área Policial: oferece cargos para os concursos da Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícias Militares, Civis e Penais, Corpos de Bombeiros, Guardas Municipais, e ainda os de órgãos de inteligência como a ABIN. É uma área que oferece grande número de vagas ofertadas, mas a maioria dos cargos exige a aplicação de Teste de Aptidão Física (TAF), onde o candidato demonstra seu condicionamento físico, para comprovar a sua capacidade para exercer as atividades do cargo pretendido.

2. Área Tribunais: oferece muitas vagas para os concursos de Tribunais de Justiça nas esferas estadual e federal, como os Tribunais do Trabalho, Eleitoral e Militar. São, principalmente, dois tipos de cargos: Técnico ou Agente Judiciário (nível médio) e Analista Judiciário (nível superior). É uma carreira muito concorrida.

3. Área Bancária e Financeira: oferece concursos para os bancos propriamente ditos: CAIXA, Banco do Brasil, BRB, etc. e na área financeira oferece concursos para Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central do Brasil (Bacen) e Tesouro Nacional. São entidades com atuação diversa e o estudo para bancos deve ser diferenciado do estudo para as autarquias financeiras (CVM, Bacen e Tesouro Nacional).

4. Área Administrativa: oferece cargos de níveis médio, médio/técnico e superior, para exercer funções administrativas em todas as esferas de poder e geralmente são bastante atrativas pelo grande número de vagas previstas.

5. Área Fiscal: oferece concursos de órgãos e entidades voltados para fiscalização e auditoria fiscal. Temos como principal e mais conhecido exemplo a Receita Federal do Brasil (RFB), mas há também os Fiscos Estaduais (os famosos ICMS’s) e os Municipais (conhecidos como ISS’s). Os concursos dessa área são, principalmente, para o cargo de Auditor Fiscal, mas também há para Analista, como ocorre na RFB. A principal função desses cargos é atuar na fiscalização de tributos, conforme a esfera em que estão inseridos.

6. Área de Controle e Gestão: oferece concursos para o Tribunal de Contas da União (TCU), os Tribunais de Contas Estaduais (TCE’s), os Tribunais de Contas Municipais (que são poucos) e as Controladorias. Além disso, na área de Gestão temos os cargos de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental, que podem aparecer com outro nome dependendo do órgão, no exercício do Controle Externo sobre os atos praticados pela Administração Pública, e no caso das Controladorias (Controle Interno).

7. Área Legislativa: oferece cargos em órgãos muito importantes como o Senado Federal e a Câmara dos Deputados. Além disso, temos as Assembleias Legislativas, nos estados, e as Câmaras Municipais, em cada município. Os servidores dessa área atuam auxiliando nas atividades parlamentares e os principais cargos ofertados são o de Consultor Legislativo, que geralmente é de nível superior com alguma formação específica, e o de Técnico Legislativo, de nível médio ou técnico. Tem uma remuneração atrativa na esfera federal.

8. Área Jurídica: exige formação específica em Direito, oferecendo os cargos mais altos da área jurídica: Juízes, Promotores, Defensores Públicos e Procuradores. O estudo deve ser direcionado para um cargo específico, porque embora pertençam a uma mesma área, cada concurso possui suas peculiaridades.

II – NÍVEL DE ESCOLARIDADE E FORMAÇÃO

Outro fator importante a ser considerado é o nível de escolaridade e a formação do candidato. Existem os cargos que exigem apenas o nível médio ou a formação superior em qualquer área. Logo, é preciso analisar se a área escolhida oferece oportunidades para sua formação, ou se vale a pena tentar um cargo de nível médio mesmo tendo concluído uma graduação ou pós-graduação.

Muitos cargos exigem nível superior com formação em uma área específica. As carreiras jurídicas, por exemplo, possuem como pré-requisito a formação superior em Direito.

Ao olharmos para carreira de tribunais, por exemplo, observamos excelentes remunerações para cargos de nível médio. Ao passo que concursos menores, como os municipais, podem oferecer vagas para um cargo de nível superior com remunerações bem menos atrativas.

Dessa forma, é preciso analisar com calma e conforme o contexto de vida, quais são as melhores oportunidades.

III –  REMUNERAÇÃO E CRESCIMENTO NA CARREIRA

Após a escolha da área, outras ponderações precisam ser feitas antes de escolher um cargo alvo para se dedicar. Uma delas é referente à remuneração. Após encontrar um cargo que atenda sua pretensão de ganhos, leve em consideração que muito mais que remuneração, é importante que haja alguma afinidade com atividade que será exercida.

Essa afinidade irá ajudar a manter a motivação nos estudos durante os momentos difíceis. Se estiver estudando para algo com o qual não se imagina trabalhando ao longo da vida, é melhor rever seus planos porque essa escolha pode ser arriscada.

Avalie também se é possível garantir benefícios adicionais para além de vencimento básico e se há possibilidade de crescer na carreira desejada. Dessa maneira, você contará com boas perspectivas ao longo do serviço e isso influenciará em planos futuros.

Todas essas informações pontuais geralmente já constam no edital de abertura ou no regulamento interno do órgão ou entidade. Vale a pena investir um pouquinho de tempo para comparar carreiras nas áreas de seu interesse.

IV – LOTAÇÃO

Muitos órgãos possuem postos de trabalho em apenas algumas localidades do país, já previamente definidas. Mas existem outros, nos quais o servidor pode ser alocado em qualquer ponto do Brasil, ou seja, pode exigir do aprovado uma mudança de cidade ou até mesmo de estado.

Desse modo, é preciso colocar na balança e analisar se você está disposto a sair de onde mora, ficando distante  da família e dos amigos. Portanto, pense em todos os cenários possíveis.

V – CONHECIMENTO DO CARGO

É importante conhecer as atribuições do cargo pretendido. Procure saber como é o dia a dia no órgão, como são as rotinas de trabalho, quais são as perspectivas da carreira, etc. Busque conhecer melhor a área e o cargo pretendido e assim terá mais segurança sobre qual caminho trilhar.

 

 

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